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08/02/2021
Honda Automóveis estreia campanha para a linha 2021 do modelo HR-V
Nesta sexta-feira (22), a Honda Automóveis lança campanha para apresentar a linha 2021 do Honda HR-V, que ganhou novas rodas de liga leve de 17 polegadas e conjunto óptico full LED (novidade na versão EXL), entre outros diferenciais. Revolucionário em sua concepção, o modelo combina design de cupê, com espaço interno de minivan e porte de utilitário esportivo e é o mais vendido da empresa no Brasil. A campanha criada pela Publicis inclui filme para TV fechada, estratégia digital, rádio e out of home e destaca os diferenciais do carro a partir do novo mote “Revolução onde você estiver”. O filme possui duração de 30 segundos e conduz o espectador em um passeio a bordo da versão Touring do novo Honda HR-V, com seu motor turbo 1.5 e 173cv, e mostra como, utilizando todos os atributos do carro, é possível revolucionar os momentos, como o dia do filho, o fim de semana ou o próprio olhar sobre as coisas que estão ao redor.  “O Honda HR-V foi o modelo que revolucionou o segmento de SUVs no Brasil e sempre teve a inovação em seu DNA. Com esta campanha e o novo conceito, destacamos novamente o caráter revolucionário do carro, que está presente também na mais recente versão do modelo”, afirma Diego Fernandes, Gerente Geral da Honda Automóveis do Brasil. “Esta campanha mostra como os diferenciais do Honda HR-V 2021 promovem pequenas e grandes revoluções muito bem-vindas ao dia a dia de quem dirige o carro e de suas famílias”, conclui Domenico Massareto, CCO da Publicis. Fonte: Honda
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04/01/2021
Novo Honda Fit, um híbrido fora do comum
Seu sistema de propulsão e: HEV prioriza os motores elétricos para maior eficiência Nossos amigos do Motor1.com Espanha já conheceram um dos representantes da nova geração de híbridos urbanos da Honda, o Honda Fit 2020 (Jazz para os europeus), onde puderam testá-lo pela primeira vez. Trata-se de um modelo importante para a marca japonesa, que dá continuidade à estratégia de eletrificação da montadora, que tem como objetivo que todos os modelos do catálogo sejam híbridos ou elétricos até 2022. Embora o carro urbano da Honda que tenha assumido o protagonismo nesse ano seja o Honda e, o primeiro elétrico da marca, a verdade é que o Fit e o e têm propostas muito diferentes, embora também tenham coisas em comum, como uma roupagem 'premium' que os torna únicos entre seus concorrentes.   O que é? Com 4,04 metros de comprimento, o Fit de quarta geração ainda é um monovolume do segmento B, embora tenha ficado só um pouquinho mais longo, especificamente 1,6 centímetros. Mesmo assim, ainda é um veículo estreito, 1,69 metros, e agora um pouco mais baixo, 1,53 metros (2,4 centímetros a menos). No geral, é um carro ideal para manobras ou enfrentar o trânsito urbano.  Para os clientes que buscam um toque mais rústico ou aventureiro, a Honda oferece ainda uma variante chamada Crosstar, que além de crescer 5,0 centímetros no comprimento, exibe um visual próprio, com molduras pretas nas caixas das rodas, barras no teto ou rodas de 16", aumenta a distância do solo (15,2 centímetros em vez de 13,6) e vem equipado com pneus diferentes. Interior espaçoso e de qualidade Para um modelo do segmento B, o Honda Fit 2020 oferece uma cabine de alta qualidade, com materiais agradáveis ??à vista e ao toque, e um design geral muito limpo e atraente. Destacam-se o pequeno painel de instrumentos digital, a tela multimídia flutuante de 9,0 polegadas e o volante multifuncional de dois raios e revestido em couro. A partir da tela central você pode controlar o sistema de navegação, o sistema de som ou as funções de conectividade, mas é importante que a Honda tenha mantido alguns controles físicos dedicados ao sistema de ar condicionado, logo abaixo, no console central.  Os bancos são confortáveis ??e é fácil encontrar uma posição de condução adequada. Falando do nível de acabamento, existem poucos inconvenientes para o Fit, além de algum plástico rígido. Além disso, existem vários compartimentos para guardar itens, incluindo o porta-luvas duplo (um superior e outro inferior), que oferece um bom espaço de armazenamento. Já na traseira, há bastante espaço para pernas e cabeça, com o banco do motorista ajustado para 1,80 metros de altura. O assento central, embora estreito, tem encosto de cabeça, e o console central traseiro não tem soquetes USB ou controles de ar-condicionado. O porta-malas, aliás, oferece um volume de 304 litros, ou 1.205 litros se os bancos traseiros forem rebatidos, o que mantém o Magic Seat System, que permite que o banco seja rebatido para o encosto, no estilo de uma cadeira de cinema. No que diz respeito à tecnologia, estão disponíveis desde o Assistente Pessoal Honda, com navegador com reconhecimento de voz, 10 airbags, conexão wi-fi ou pacote Honda Sensing, que reúne diversos sistemas auxiliares de condução, como o limitador de velocidade inteligente, assistente de permanência em faixa, controle de cruzeiro adaptativo, reconhecimento de sinais de trânsito ou assistente de farol alto, por exemplo.  Um híbrido, mas diferente A partir de agora, o Honda Fit europeu está disponível exclusivamente com um trem de força híbrido, o chamado e: HEV, que é uma das principais novidades do modelo. Sua peculiaridade é que ele é composto por um motor térmico e dois elétricos, sendo um que aciona as rodas e outro que atua como gerador para alimentar o motor de acionamento e recarregar a pequena bateria. Segundo a Honda, a principal diferença entre esse sistema e um elétrico com autonomia estendida é que o motor gerador elétrico envia sua energia diretamente para o motor de impulsão, e não através da bateria. Em todo caso, o modelo se beneficia do rótulo ecológico. O motor a gasolina é um i-VTEC de 1,5 litro, com quatro cilindros e ciclo Atkinson, capaz de movimentar as rodas (é acoplado por embreagem ao eixo dianteiro), embora na maioria das vezes atue apenas como um gerador. Ele oferece 98 cv de potência e 13,3 kgfm de torque. Dos dois motores elétricos, um é o que aciona as rodas, com 80 kW de potência ou 109 cv e torque máximo de 25,8 kgfm. A outra unidade elétrica é simplesmente um gerador de 70 kW (95 cv), que como já dissemos, gera energia, mas não movimenta as rodas. Quanto à bateria, a Honda não anunciou sua capacidade, mas sabemos que é inferior a 1 kWh. Ao todo, o sistema entrega 109 cv de potência combinada e um torque máximo de 25,8 kgfm, que são os números do motor elétrico de propulsão, já que o Fit funciona quase o tempo todo com o motor elétrico, embora o propulsor de gasolina também possa entrar em ação em situações específicas. Neste modelo não podemos forçar o modo elétrico, e é o próprio sistema que gerencia o uso dos diferentes motores. O motorista tem, no entanto, um modo 'B' no seletor de câmbio que permite aumentar a regeneração de energia para recarregar a bateria mais rapidamente, fazendo com que o carro tenha mais frenagem, embora não o suficiente para realizar uma condução com um único pedal, como permitem alguns carros elétricos.  A transmissão, aliás, é uma e-CVT de relação fixa, então estamos falando de uma transmissão automática que na prática tem apenas uma velocidade. Em resumo, ele acelera de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos e chega aos 175 km/h, ao mesmo tempo que está homologado para um consumo misto de 4,5 litros por 100 quilômetros, ou bons 22,2 km/l.  Como anda? Em movimento, a primeira coisa que chama a atenção é a suavidade do modelo, além do bom isolamento acústico da cabine e a grande visibilidade oferecida em todas as direções. A suspensão é macia e o conforto prevalece, mas é um automóvel equilibrado, requintado e agradável de conduzir, sobretudo na cidade, o seu habitat natural, onde se desloca com grande facilidade. O Novo Fit funciona com três modos diferentes: EV Drive, Hybrid Drive e Engine Drive. O primeiro é elétrico e usa bateria para alimentar o carro, com o motor térmico desligado. No modo Hybrid Drive, o motor térmico fornece energia ao gerador e este, por sua vez, ao motor elétrico que impulsiona o carro. O último ou Engine Drive, reservado para a condução em altas velocidades, é onde o motor a gasolina move as rodas, embora o propulsor elétrico também possa servir de apoio em determinadas situações. Nesse modo, o carro funciona como um híbrido com caixa de câmbio CVT, já que o carro não ganha velocidade na mesma proporção que o motor térmico entrega potência. Por fim, vale destacar o consumo do modelo, que no nosso caso estava equipado com pneus Yokohama BluEarth nos tamanhos 185/60 R15. Em uso misto, em rodovias, vias interurbanas e áreas urbanas, alcançamos uma média de 4,8 litros por 100 quilômetros, ou 20,8 km/l, bem próximo dos números oficiais. Fonte: Insideevs
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