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06/10/2017
Honda WR-V 2018: fotos, detalhes, motor, equipamentos, preços
O Honda WR-V 2018 tem duas versões apenas, sendo a EX por R$ 79.400 e a EXL por R$ 83.400, ambas equipadas com motor 1.5 i-VTEC Flex e com transmissão CVT. Diferentemente de outros projetos vistos por aqui, o crossover nasceu com base no Fit, do qual compartilha diversos componentes, incluindo a plataforma e a estrutura da carroceria. A estratégia, que nasceu na China, é converter um hatch ou minivan – nesse caso – em crossover com a adição de uma frente alta, grade e para-choques mais parrudos, além de conjunto ótico totalmente novo. Levantando-se a suspensão, obtêm-se um veículo novo, mas sem ter que gastar o que normalmente é aplicado em um projeto nascido apenas sobre a mesma plataforma. Assim, a origem do Honda WR-V 2018 é o Fit, que nasceu em 2001 como uma minivan japonesa voltada para o mercado internacional. O projeto levou em consideração o habitáculo como foco para se criar o carro, que chamava atenção por seu tanque central, motor 1.3 i-DSI estreito e com 8 velas, refrigeração selada, direção elétrica, câmbio CVT (incluindo uma versão com sete marchas virtuais trocadas no volante) e tração nas quatro rodas com suspensão traseira De Dion. Agora, o Honda WR-V 2018 surge como um projeto tocado pelo Brasil, mas que levou em consideração o mercado indiano, onde há limitação de tamanho em 4,00 m, por isso, lá ele terá 1 cm a menos, 3,99 m no total. Com o bom espaço do Fit e seu porta-malas, o crossover tem estrutura leve e segura, além de bom rendimento energético. Confira abaixo os detalhes do modelo. Honda WR-V 2018 – detalhes O Honda WR-V 2018 apresenta uma personalidade própria quando se observa sua frente, embora seja muito parecido com o Honda Fit, especialmente por herdar as portas, retrovisores, vincos laterais, janelas, vigias nas colunas A, para-brisa, entre outros. O olhar é agressivo, que não faz lembrar nem o HR-V e muito menos o monovolume do qual deriva. Já a traseira, a substituição dos refletores nas laterais da vigia, que eram extensão das lanternas no Fit, deram ao crossover mais individualidade. O para-choque bem rente à tampa traseira, o que prejudica numa eventual colisão de baixo impacto, podendo assim avariar a tampa do bagageiro. Isso foi corrigido no Fit 2018. O Honda WR-V 2018 ganhou uma cara mais aventureira, algo mais fora da cidade que o HR-V, bem focado no asfalto. O para-choque passa uma impressão visual mais robusta, assim como a suspensão elevada e as barras no teto. As rodas de liga leve aro 16 têm desenho esportivo e atraente, usando assim pneus 195/60. Por dentro, o Honda WR-V 2018 tem um ambiente similar ao do Fit. O espaço é generoso e a ergonomia é boa. A multimídia chama atenção por apresentar hot spot Wi-Fi e SD Card, além de navegador GPS, câmera de ré, Bluetooth, entre outros. O quadro de instrumentos é bem completo e tem luzes indicadoras de eficiência e econômetro. O Honda WR-V 2018 tem padronagem de tecido, que apresenta um material navalhado em tonalidade laranja ou prata, ambas mescladas com a cor preta. Os materiais são mais resistentes. Completo, o volante é revestido em couro, tendo inclusive comandos de computador de bordo, mídia, telefonia e piloto automático. No restante do interior, o Honda WR-V 2018 passa a impressão de espaço e conforto, tendo o sistema ULTRa SEAT, que permite colocar objetos altos ou longos de forma muito fácil com o ajuste do banco traseiro. Os encostos dianteiros também se encaixam no assento traseiro. Para cadeiras infantis, há Isofix e Top Tether. Cinto de segurança de três pontos e apoio para a cabeça do quinto passageiro estão lá. Com 363 litros, o bagageiro tem um bom volume para suas pretensões. Medindo 4,00 m de comprimento, o Honda WR-V 2018 é um pouco maior que o Fit, além de ser mais alto (1,59 m), já que a suspensão foi elevada (17,9 cm e relação ao solo). Seu entre eixos é 2,5 cm maior, embora não seja perceptível visualmente. Ele é 4 cm mais largo que o Fit, graças ao aumento das bitolas. A percepção de espaço interno em comparação com o monovolume não foi alterada. Vários componentes para aumentar a robustez e ampliar a proteção contra impactos foram introduzidos, para que o Honda WR-V 2018 seja mais valente no fora de estrada ou no dia a dia de nossas ruas e estradas lunares. Ele ganhou um novo sistema de direção elétrica com resposta mais direta, além de mais bem fixado no subframe. Os braços de suspensão na dianteira foram reforçados, assim como o eixo de torção na traseira, que ficou mais espesso e rígido. O Honda WR-V 2018 ganhou duas barras laterais sob o posto do motorista e passageiro, assim como outra após o tanque, a fim de ar mais proteção ao assoalho. A barra protetora atrás do acabamento do para-choque é bem rígida. Diferentemente do Fit 2018, os amortecedores possuem batentes hidráulicos. Honda WR-V 2018 – novidades O Honda WR-V 2018 chega com a proposta de ser um crossover de entrada com foco mais aventureiro que o HR-V, que é orientado mais para uso urbano e rodoviário. Por ter nascido no meio de vida da atual geração do Fit – a terceira – o modelo deve ser o último dessa base à mudar para a nova geração, que certamente terá o motor 1.0 i-VTEC Earth Dream Turbo de até 130 cv. Quem sabe o desenvolvimento do próximo Fit traga ao crossover uma identidade própria com estilo e carroceria diferentes. Honda WR-V 2018 – versões O Honda WR-V 2018 se apresenta em duas versões apenas, mas pode ser que no futuro tenha a esperada versão LX e quem sabe até uma Personal com preço abaixo de R$ 70 mil para clientes PCD e quem não pode pagar os R$ 80 mil do valor inicial. Por enquanto, não se espera por uma versão Touring. Honda WR-V EX CVT Honda WR-V EXL CVT Honda WR-V 2018 – equipamentos Honda WR-V EX CVT – Motor 1.5 i-VTEC FlexOne e transmissão CVT com modo Sport. De série com trio elétrico, freios ABS com EDB, airbag duplo, para-choques e retrovisores na cor do carro, para-brisa degradê, maçanetas externas na cor do veículo, abertura interna do bocal de abastecimento, acabamentos e detalhes internos no painel e portas na cor prata, ar-condicionado, direção elétrica, cintos de segurança de 3 pontos para todos, coluna de direção ajustável em altura e profundidade, limpadores flat blade, luzes de frenagem de emergência, pára-sóis com espelho para motorista e passageiro, console central com porta-copos, sistema de áudio com visor LCD de 5 polegadas, 4 alto-falantes, apoio para o pé, aviso sonoro no cinto de segurança para motorista, ajuste de altura do banco do motorista, chave tipo canivete com controle de abertura/fechamento das portas, controle de cruzeiro, LEDs diurnos, retrovisores com luz indicadora de direção, computador de bordo, USB, Bluetooth, câmera de marcha a ré, iluminação interna dianteira individual e central, iluminação interna do porta-malas, porta-objetos nas portas dianteiras, volante com ajustes do sistema de som, alarme, rodas de liga leve aro 16 polegadas, faróis de neblina, indicador de marcha no painel, rack de teto, sistema basculamento traseiro ULTRa Seat e proteções plásticas e estéticas. Honda WR-V EXL CVT – Itens acima, mais multimídia com tela sensível ao toque de sete polegadas, Android Auto (com Waze) e Car Play, internet browser via hotspot, SD (2), HDMI, bancos de tecido com combinação dos acabamentos em preto e laranja ou preto e prata, volante multifuncional com revestimento em couro e grade frontal cromada com acabamento black piano. Honda WR-V 2018 – preço O Honda WR-V 2018 tem preços elevados, posicionando-se na faixa dos R$ 80 mil, um valor que nem era considerado pelo mercado, que esperava algo entre R$ 70 mil e R$ 75 mil, mais coerente, ainda mais para a versão de entrada, que estaria ao alcance de clientes PCD. Infelizmente, mesmo com elevados preços, o modelo rapidamente ganhou clientes e vendas, que estão na casa de 1,8 mil unidades mensais. Honda WR-V EX CVT – R$ 79.400 Honda WR-V EXL CVT – R$ 83.400 Honda WR-V 2018 – motor O Honda WR-V 2018 tem motor 1.5 i-VTEC da atual gama de motores da Honda, mas ainda mantém sistema de injeção indireta de combustível, enquanto lá fora já ganhou injeção direta de combustível com potência de 130 cv. Com quatro cilindros em linha, ele possui a tecnologia VTEC com comando único no cabeçote, que permite abertura e fechamento das válvulas de acordo com o desempenho do propulsor. O 1.5 i-VTEC do Honda WR-V 2018 trabalha com a tecnologia FlexOne, que consiste em pré-aquecimento do combustível em partidas a frio, retirando assim o tanque de gasolina do cofre do motor, que até pouco tem era usado e ainda exigia um bocal separado para abastecimento. Apesar de ser um 16V com alta rotação, o motor se garante na tecnologia VTEC, onde geralmente trabalha com oito válvulas em baixas rotações para obter mais torque nessas condições, enquanto as outras oito entram em rotações mais altas, quando o veículo precisa de melhor performance. Ele entrega 115 cv a 6.000 rpm com gasolina e 15,2 kgfm a 4.800 rpm no mesmo combustível. Com etanol, o propulsor oferece 116 cv a 6.000 rpm e 15,3 kgfm a 4.800 rpm. O Honda WR-V 2018 não tem câmbio manual de cinco marchas, mas apenas o CVT sem posições de marcha, além de paddle shifts no volante multifuncional. Honda WR-V 2018 – desempenho Aceleração de 0 a 100 km/h e velocidade máxima final  Honda Fit CVT 2018 – 12,3 segundos e 168 km/h O Honda WR-V 2018 tem uma performance semelhante ao do compacto Fit, que em realidade deu origem ao novo crossover do marca japonesa. Com acabamento dos bancos e portas como diferencial, o pequeno utilitário esportivo apresenta versatilidade no arranjo do habitáculo e uma boa área envidraçada. Mas, da mesma forma, herda do irmão mais velho excelente espaço interno e o sistema ULTRa Seat, que permite a acomodação de objetos grandes no banco traseiro. A posição de dirigir no Honda WR-V 2018 é igualmente elevada e correta para a proposta. A instrumentação é completa e de boa visualização, enquanto a multimídia tem tela sensível ao toque e comandos pouco intuitivos. O volante multifuncional com piloto automático é outro ponto positivo. A ergonomia é boa e a maioria dos controles ficam à mão. Há um porta-copo ao lado do volante, assim como uma boa oferta no restante do interior. A visibilidade é muito boa, apesar do capô elevado em relação ao Fit, o Honda WR-V 2018, assim como as laterais, que fica um pouco mais privilegiada com a altura mais alta da suspensão, onde o vão livre é de 20,7 cm. Bem conhecido do consumidor brasileiro e entregando boa disposição para o peso do veículo, que é de 1.130 kg na versão EXL, o motor 1.5 i-VTEC FlexOne garante um desempenho agradável. Apesar de rotações diferentes, ele entrega 115 cv com gasolina a 6.600 rpm e 116 cv com etanol a 6.000 rpm. Os torques são de 15,2 e 15,3 kgfm, ambos a 4.800 rpm. Nas saídas, permitindo ao motor um funcionamento mais suave, a transmissão CVT – sem simulação de marchas – eleva o giro de forma linear e sem necessitar de subir o giro demais para poder imprimir um desempenho adequado. Graças ao CVT, o modelo roda a 110 km/h em apenas 2.000 rpm. As retomadas são adequadas, com o propulsor subindo até uns 3.000 rpm e garantindo uma performance interessante, embora nada esportiva. Nas ultrapassagens o motor ronca um pouco mais, mas cumpre seu papel. O conjunto motriz apresenta um bom equilíbrio para o porte e proposta do Honda WR-V 2018. Dentro do esperado, o nível de ruído agrada bastante, graças à introdução de mais isolantes. Um novo conjunto de suspensão, que possui eixo traseiro de torção maior, bem como as bitolas, é apresentado no Honda WR-V 2018, que assim passa a ter mais robustez e equilíbrio que os demais modelos da gama. O ajuste nas molas, batentes e amortecedores também vieram a ajudar no desempenho do veículo em pisos esburacados e estradas de terra. A direção é leve e bem confortável, enquanto os freios atendem à proposta. Com um ajuste mais firme na suspensão, mas sem denegrir o conforto, o comportamento do Honda WR-V 2018 corresponde ao esperado para um crossover derivado de um bom carro e com um reforço adicional na estrutura e suspensão para enfrentar as condições duras de ruas e estradas brasileiras. Diante de tudo isso, só poderíamos esperar números adequados para o modelo, que vai de 0 a 100 km/h em 12,3 segundos e atinge máxima de 168 km/h. O consumo urbano é de 8,2 km/litro com etanol e 8,7 km/litro com gasolina, enquanto o rodoviário é de 11,7 km/litro com etanol e 12,4 km/litro com gasolina. Honda WR-V 2018 – consumo Cidade  Honda Fit CVT 2018 – 8,2 km/litro com etanol e 8,7 km/litro com gasolina Estrada Honda Fit CVT 2018 – 11,7 km/litro com etanol e 12,4 km/litro com gasolina Honda WR-V 2018 – manutenção e revisão Sem uma tabela de preços de revisão divulgados, o que é bem prejudicial para a imagem da marca ante os consumidores, a Honda ignora a tendência cada vez maior dos consumidores, que hoje em dia se preocupam também com o custo de manutenção, mas que caibam em seus orçamentos, especialmente os donos do Honda WR-V 2018. Com revisões a cada 10.000 km, o serviço da Honda consiste em um plano de manutenção onde devem ser cumpridos rigorosamente nesses intervalos por parte dos proprietários do monovolume, assim como nos demais modelos da marca. Várias peças e fluídos previstos nos serviços são especificados no manual do proprietário. Mas, observe para ver se o item que necessita de troca em determinado período será trocado antes, pois alguns concessionários antecipam alguns serviços, sendo que os itens trocados podem ser substituídos conforme o manual. Os carros da Honda não possuem sistema de refrigeração aberta, que requer complementação de água após o nível abaixar. Por isso, fique de olho se a revenda quiser trocar o fluído antes da hora, pois em geral dura 100.000 km. A Honda especifica revisões que incluem óleo lubrificante, ruela do dreno do cárter, fluído de freio, filtro de combustível, filtro de ar, velas, correias em “V” e ocasionalmente fluído de refrigeração, citado acima. O fluído da caixa de transmissão CVT também precisa ser completado em determinados períodos, geralmente de 40.000 km, mas nunca totalmente substituído. Além disso, é necessária a calibração, que pode ser feita até pelo proprietário, seguindo alguns passos. O óleo lubrificante usado no Honda WR-V 2018 é o sintético 0W20, que substituiu o antigo mineral 10W30. O recall é outra preocupação do dono de Fit 2018, pois o chassi entra na lista e o revendedor terá que executa-lo durante a revisão. As concessionárias Honda possuem um registro detalhado dos serviços e dos veículos, cujos donos podem consultar serviços realizados anteriormente. Os serviços de troca de óleo e filtro de óleo são mais baratos na rede do que nas oficinas terceirizadas, geralmente, tendo ainda garantia e na especificação correta, mas preste atenção no serviço e evite gastos desnecessários, pois as revendas tendem à empurrar mais custos aos clientes.   Honda WR-V 2018 – ficha técnica Motor 1.5 i-VTEC Tipo Dianteiro transversal, Gasolina e Etanol Número de cilindros 4 em linha Cilindrada em cm3 1497 Válvulas 16 Taxa de compressão 11,4:1 Injeção eletrônica de combustível Multiponto Potência Máxima Líquida (ABNT NBR 5484) Gasolina: 115 cv @ 6000 rpm / Etanol: 116 cv @ 6000 rpm Torque Máximo Líquido (ABNT NBR 5484)  Gasolina: 15,2 kgfm @ 4800 rpm / Etanol: 15,3 kgfm @ 4800 rpm Transmissão   Tipo CVT Freios   Tipo Disco ventilado / Tambor Direção   Tipo Elétrica Suspensão   Dianteira McPherson, independente com barra estabilizadora Traseira Eixo de torção Rodas e Pneus   Rodas Liga Leve aro 16 polegadas Pneus 195/60 R16 Dimensões   Comprimento total (mm) 4000 Largura sem retrovisores (mm) 1695 Altura (mm) 1599 Distância entre os eixos (mm) 2555 Capacidades   Porta-malas (litros) 363 Tanque (litros) 45 Carga útil, com 5 passageiros mais bagagem (kg) ND Peso em ordem de marcha (kg) 1130 (CVT) Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx) 0,33  
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04/10/2017
8 boas sacadas do Honda Fit, que completa 14 anos de Brasil
Bancos que viram cama, porta-copos refrigerado e a primazia do câmbio CVT foram algumas das inovações trazidas pelo modelo lançado em 2003. Não parece, mas o Honda Fit já está entre nós há 14 anos. Lançado em 2003, o modelo inseriu a marca em um segmento onde até então nem pensava em atuar. A estratégia atraiu clientes que não podiam adquirir um Civic. De lá para cá, a marca conquistou prestígio e diversificou sua linha. Além disso, o Fit norteou o desenvolvimento de outros produtos (como City e HR-V). Às vésperas da chegada do “novo Fit” (na verdade uma reestilização de meia vida que já descobrimos até o preço), relembramos oito soluções criativas do modelo que entrega espaço interno em dimensões compactas como poucos concorrentes por aí.   Sistema de bancos modulares ULT O prático sistema de rebatimento dos bancos nasceu como ULT (de Utility, Long and Tall) e virou ULTRa Seat na geração mais recente do modelo. Se você exagerou nas compras do supermercado, basta rebater o banco traseiro. Vai viajar para a praia? Deite o lado esquerdo do banco bipartido e o banco do passageiro para transportar uma prancha de surfe. Precisa transportar um vaso grande? É só recolher o assento do banco traseiro para cima. Porta-copos à frente da saída de ar-condicionado O projeto da segunda geração do Fit tinha dois porta-copos estrategicamente posicionados à frente das saídas laterais de ar-condicionado. Assim, bastava ligar o sistema de climatização para manter a bebida gelada – ou, pelo menos, fresca. A terceira geração do monovolume foi além, trazendo uma tampa regulável que pode ser aberta para acomodar uma lata maior ou fechada para guardar um telefone celular – pena que agora só o motorista desfruta desta comodidade.   Tanque de combustível no meio do assoalho Instalar o tanque de combustível em uma posição central não era uma solução muito aproveitada pelas montadoras. A Honda posicionou o reservatório sob os bancos dianteiros, abrindo mais espaço na cabine para os passageiros. Outros modelos da marca também adotaram a mesma ideia, como o City e o HR-V.   Bancos que viram camas A terceira geração do Fit não foi rebatizada de ULTRa Seat à toa. O “R” se refere a “Refresh”, uma posição que transforma os bancos em uma cama. Alguns não veem muita utilidade (e muitos sequer sabem de sua existência), mas outros adoram – principalmente os casais de namorados…   Assoalho (quase) plano O túnel central no banco de trás sempre dificultou a vida do quinto passageiro. O Fit trouxe um assoalho praticamente plano, solução herdada da sétima geração do Civic. Além de ser esteticamente mais bonito, abria (um pouco de) espaço para as pernas do ocupante do meio.   Porta-luvas duplo Carros com dois porta-luvas não é novidade para ninguém. Mas porta-objetos nunca são demais – principalmente em um carro feito para ser espaçoso. A segunda geração do Fit tinha dois compartimentos à frente do banco do passageiro: o de cima era mais raso e baixo, enquanto o de baixo permitia guardar o manual do proprietário e outros objetos maiores.   Primeiro carro brasileiro com câmbio CVT O câmbio CVT ainda nem era tão conhecido no Brasil quando o Fit trouxe o equipamento para cá. A maioria estranhou a falta de troca de marchas da caixa continuamente variável, mas logo a clientela se rendeu ao funcionamento suave da transmissão. Só que o Fit também foi o primeiro carro a perder a caixa CVT na chegada de uma nova geração. A enxurrada de críticas dos antigos proprietários fez a Honda admitir o vacilo e ressuscitar a caixa CVT na terceira geração do Fit.   Bocal do tanque exclusivo para o tanquinho de partida a frio Abastecer o reservatório de partida a frio não é uma tarefa tão perigosa. Mesmo assim, a Honda resolveu criar um bocal exclusivo para o tanquinho. O resultado, porém, não ficou lá tão bonito. Ou será que alguém gostava daquela tampa perdida no para-lama do lado direito? Fonte: www.quatrorodas.abril.com.br
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