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30/08/2017
Testamos: Honda City EX anda bem e conta com espaço interno de gente grande
Diversas montadoras já utilizaram a batida frase “pequeno por fora, grande por dentro” para definir seus carros. Embora o Honda City não tenha ganhado campanhas de marketing com este slogan, espaço nunca foi problema para o sedã compacto. Para conhecer melhor o veículo, a equipe do Garagem360 testou a versão intermediária EX. E no geral, ele agradou. Empurrado pelo mesmo motor 1.5 i-VTEC que equipa o Fit e o WR-V, o City anda bem com seus 1.126 kg. Os 116 cv do propulsor, embora não proporcionem um desempenho esportivo, levam bem o veículo na cidade e na estrada. Em aclives, acompanhado pelo câmbio automático CVT, o sedã sobe bem, mesmo com quatro adultos.   Espaço para todos   De fato, o espaço interno do três volumes é seu grande trunfo. Mesmo que o motorista seja alto e coloque o banco todo para trás, ainda é possível que um adulto viaje com conforto no banco traseiro. Até quatro pessoas podem viajar sem grandes problemas, já que os bancos também são confortáveis e acomodam bem o corpo. A altura do teto também colabora com quem é um pouco maior que a média nacional.   Se por dentro a convivência é boa, na hora de acomodar as bagagens o City também não decepciona. Segundo a Honda, são 536 litros combinados no porta-malas – 485 litros sobre o assoalho e mais 51 litros debaixo dele. Ignorando este número e apenas considerando o primeiro volume, não pode-se dizer que é um espaço pequeno, já que até carros maiores, como o Toyota Corolla e seus 470 l de capacidade, não são tão generosos. Vida a bordo   Ao contrário do Civic, que emana esportividade até em seu desenho, o City é mais conservador em design e desempenho. Seu acerto de suspensão privilegia mais o conforto, ao contrário de seu irmão maior. Isso não quer dizer que ele seja ruim de curva, pelo contrário. Sua estabilidade é exemplar, mas ele não foi feito para acelerar.   Ao contrário do Fit, o sedã conta com borboletas no volante para trocas manuais. Seu câmbio simula até seis marchas, bastando mover a alavanca para a posição S. Caso queira focar na economia, basta deixar na opção D que a transmissão CVT deixará o giro do motor o mais baixo possível. Mesmo assim, a unidade avaliada fez média de 7 km/l com etanol ao final do teste. Ter rodado somente na cidade, com transito severo, e em regiões com muita subida não ajudaram o City a ser mais econômico.   Boa compra?   Por R$ 75.700, a versão EX entrega um bom pacote, incluindo um sistema de som com tela de 5 polegadas e conexão Bluetooth, ar-condicionado digital e automático, além de um bom acabamento interno e boa qualidade de construção, embora utilize muito plástico. O Honda City é um bom carro, pena que somente a versão top de linha (EXL) conte com os seis airbags. Porém, quem busca um sedã espaçoso e acha que o Civic foge do orçamento, tem uma boa opção dentro da própria marca japonesa. Fonte: www.garagem360.com.br
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16/08/2017
E se o Honda Fit ganhasse uma versão Type R?
Não seria difícil cogitar o motor 1.5 turbo de 206 cv do Civic Si debaixo do capô deste Fit anabolizado. Com atributos como farto espaço interno e economia de combustível, a esportividade é algo não despertado pelo nome Honda Fit. Apesar disso, o designer X-Tomi imaginou como seria um Fit Type R, com direito a visual inspirado na versão mais apimentada do Civic. Será que este Fit seria páreo para Peugeot 208 GT, VW Golf GTI e DS 3? Para seguir a receita do Civic Type R, o Fit esportivo ganha carroceria alargada, com para-lamas salientes, que criam a uma fenda de ar na dianteira, além de pneus maiores. O para-choque tem entradas de ar alargadas e é acompanhado de uma saia preta com friso vermelho, item que se repete nas laterais e traseira. Grade frontal preta com logotipo Honda vermelho, como manda a tradição da versão esportiva, também marcariam presença no Fit Type R. Para completar o conjunto, um generoso aerofólio na traseira. Por conta do pequeno cofre do motor, dificilmente o Fit Type R usaria o mesmo motor 2.0 turbo de 320 cv da versão homonima do Civic. Por isso, a aposta poderia ser no 1.5 turbo de 206 cv do Civic Si, basicamente uma versão mais potente do motor do Civic Touring brasileiro.   Fonte: www.icarros.com.br
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16/08/2017
Novo Honda Civic diesel promete fazer 26,9 km/l
Motor 1.6 diesel de 120 cv será oferecido apenas no mercado europeu. Toda a polêmica em torno dos motores a diesel na Europa ainda não foi suficiente para fazer as marcas abandonarem esse combustível. A Honda acaba de revelar que o Civic receberá o 1.6 diesel de 120 cv, uma vasta atualização sobre o que era utilizado na geração passada e que estará disponível em março de 2018. E a fabricante promete que, com ele, o Civic fará 26,9 km/l nos testes de consumo de combustível. Para alcançar esse rendimento, os engenheiros da Honda reduziram o atrito dos pistões, o que não só ajudou na eficiência como também diminuiu a vibração e o barulho do motor. Essa média de 26,9 km/l é importante por ser um dos primeiros carros a serem testados no novo procedimento Worldwide Harmonised Light Vehicle Teste Procedure (WLTP), criado para servir de padrão global. Como carros de passeio não podem ter motores diesel no Brasil (e as tentativas de liberar não deram certo), não veremos o Civic com essa motorização. Porém, não fomos esquecidos. A Honda estuda trazer o esportivo Civic Type R em quantidade limitada para nosso mercado. Além disso, a marca japonesa trabalha no câmbio de dupla embreagem para o sedã, em substituição ao CVT. Fonte: www.br.motor1.com
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10/08/2017
ANDAMOS: HONDA CIVIC EXL 2.0
Se você gosta de carro e procura um oásis de prazer ao dirigir em meio a um deserto de SUVs insossos, considere o novo Civic um sério candidato à sua garagem. A décima geração do Honda Civic está completando um ano de Brasil e encerrou o mês de julho com 16.353 unidades comercializadas, no acumulado do ano, o que lhe rendeu a 20ª posição no ranking dos automóveis mais vendidos da Fenabrave.   Pode não parecer uma posição muito boa para aquele que já foi campeão de sua categoria e queridinho da classe média, contudo, deve-se considerar que o modelo ainda é o segundo sedã médio mais emplacado no país, perdendo apenas para o arquirrival Toyota Corolla. Dois fatores ajudaram a destronar o Honda Civic. O primeiro é o fogo amigo proporcionado pelo HR-V, que, embalado pela onda dos SUVs, lhe tirou alguns clientes. O segundo é encarecimento do sedã nipônico, cujos preços começam R$ 87.900 para a versão Sport com câmbio manual. Este segundo fator tem peso adicional, especialmente considerando que o Toyota Corolla parte de R$ 68.740 na versão GLi 1.8, o que o torna mais acessível e o deixa ao alcance dos grupos que se beneficiam de descontos especiais como os taxistas e portadores de deficiência.   O CIVIC NÃO É MAIS AQUELE… E ISSO É BOM Esse encarecimento do Civic se justifica quando analisamos o salto enorme que a décima geração deu em relação à sua predecessora, que, cá entre nós, nada mais era que uma reestilização do memorável New Civic. Com a atual geração, o sedã da Honda ganhou até o apelido de “Civicão”, em decorrência de seu maior porte e refinamento. O visual hi-tech, com frente alongada e imponente, linha de cintura alta, traseira estilo fastback e lanternas em formato de bumerangue, ainda chamam atenção por onde passa, mesmo já não sendo uma novidade. Parece saído de um mangá futurista, uma espécie de Ultra Seven com motor e rodas. Ainda que possa ter causado alguma apreensão na ala mais conservadora de seus clientes fiéis, é inegável que o novo Civic é um carro muito bonito. O pacote de equipamentos de série também entra na conta, incluindo itens que até pouco tempo eram vistos apenas em sedãs de categoria superior. No painel, os instrumentos são apresentados em uma tela em TFT (uma versão mais avançada das telas de LCD), o ar-condicionado tem de duas zonas de climatização, o pacote de segurança traz 6 airbags (frontais, laterais e de cortina), o freio de estacionamento é eletrônico e acionado por um botão no console. O sistema de info-entretenimento inclui áudio com 180 W de potência, Bluetooth, interface com dispositivos móveis via Apple Carplay ou Android Auto, sistema de navegação por GPS e tela sensível ao toque de 7 polegadas que reproduz as imagens capturadas pela câmera de ré (que oferece 3 enquadramentos diferentes). Na lista de tecnologias de auxílio à condução, o Civic EXL traz controle de estabilidade e de tração, assistente de partida em subidas e o assistente de dirigibilidade ágil (Vehicle Handing Assist/AHA). Este último entra em ação quando detecta o risco de perda de controle do veículo, acionando o freio nas rodas do lado interno da curva.   EM MOVIMENTO Logo ao entrar no novo Civic, duas coisas chamam atenção. Uma é a bacaníssima animação que “monta” os instrumentos virtuais no painel LCD quando se gira a chave (nem dá pra sentir saudade do antigo painel em dois níveis). A outra, e mais importante, é que você nota a posição de dirigir mais baixa, algo que, aliado à linha de cintura alta, evoca uma condução mais esportiva. Nesse aspecto, o conjunto mecânico também ajuda bastante. A direção tem respostas rápidas e o sistema de assistência elétrica é bem equilibrado, sem deixar o volante macio demais em altas velocidades. As suspensões (dianteira McPherson e traseira multilink) tem ótima calibragem, proporcionando conforto e excelente estabilidade. A pegada do carro mostra que o esforço da Honda foi no sentido de priorizar o prazer ao dirigir. E conseguiu. Há ainda outros itens dignos de menção: direção com assistência elétrica, fixação do tipo ISOFIX para assentos infantis, freio a disco nas quatro rodas, suspensão traseira multilink(dianteira McPherson), espelhos retrovisores retráteis, volante multifuncional, chave canivete faróis com luzes diurnas e rodas de liga leve de 17 polegadas. O motor 2.0 gera 155 cv de potência e 19,5 kgfm de torque quando abastecido com etanol (150 cv e 19,3 kgfm com gasolina). São números suficientes para um desempenho digno. Mesmo com o torque máximo sendo alcançado a 4.800 rpm, boa parte dele está disponível em baixas rotações, proporcionando agilidade especialmente no transito urbano, com boas acelerações e retomadas. Na estrada, o câmbio CVT dita o ritmo, permitindo atingir e manter altas velocidades com o motor girando em baixas rotações. Apesar do ótimo funcionamento da transmissão automática continuamente variável (que também permite passar manualmente pelas 7 marchas simuladas através das aletas atrás do volante) e da esforçada função Econ (que altera os parâmetros de funcionamento para reduzir o consumo), o motor não é dos mais econômicos. Em nosso teste, mesmo tentando tirar o máximo proveito dos interessantes e úteis gráficos de consumo do painel, não conseguimos média maior que 8,1 km/l de gasolina. Esse valor até que não seria ruim, não fosse o fato de que andamos mais na estrada do que na cidade. A falta de um sistema do tipo start-stop também colabora para esses números. O espaço interno é muito bom e quem viaja atrás não passa aperto. A caída do teto deixa bom espaço para a cabeça dos ocupantes mais altos, mas o retorno do túnel central sacrifica um pouco quem vai sentado no meio do banco (as gerações anteriores tinham o piso traseiro plano). A ergonomia é muito boa e os porta trecos são numerosos e com boa capacidade para acomodar objetos maiores. Há apenas uma coisa que destoa: as entradas USB ficam numa espécie de “subsolo” do console central e são de difícil acesso, embora haja uma inteligente abertura que permite passar os cabos para o andar de cima.   CONCLUSÃO O Civic EXL 2.0 é bom de dirigir, confortável, ágil e sai muito bem na foto. Em linguagem popular, poderíamos dizer que é um “carrão”. Seu preço é condizente com o praticado pela concorrência e se justifica pelo ótimo pacote de equipamentos de tecnologia, conforto e segurança oferecidos. “Ah, mas você não acha caro pagar R$ 105.900 num sedã médio”, dirá o perspicaz leitor. Sim, é caro, mas nos últimos 3 anos tivemos um repique inflacionário que encareceu os carros de um modo geral. Infelizmente, no Brasil de hoje, R$ 100 mil virou preço de sedã médio. Se você gosta de carro e procura um oásis de prazer ao dirigir em meio a um deserto de SUVs insossos, considere o novo Civic um sério candidato à sua garagem. FICHA TÉCNICA Motor: bicombustível, 4 cilindros, 16V, 1.997 cm³, Potência: 155/150 cv a 6.300 rpm (etanol/gasolina) Torque: 19,5/19,3 kgfm a 4.800/4.700 rpm (etanol/gasolina) Câmbio: automático continuamente variável (CVT), 7 marchas, tração dianteira Suspensão dianteira: McPherson Suspensão traseira: multilink Freios: discos ventilados (dianteiros) e discos sólidos (traseiros) Direção: assistência elétrica Pneus e rodas: 215/50 R17 Comprimento: 4637 mm Largura: 1800 mm Altura: 1433 mm Entre-eixos: 2700 mm Porta-malas: 519 litros Tanque de combustível: 56 litros Fonte: www.autopolis.com.br
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17/07/2017
HONDA ACCORD GANHA NOVA GERAÇÃO
Com estilo inspirado no Civic, o modelo terá motores de até 255 cv de potência, novo câmbio automático de dez marchas e versão híbrida A Honda apresentou a décima geração do Accord, que ganhou desenho inspirado no irmão menor Civic - agora, o sedã traz faróis de leds e carroceria no estilo cupê de quatro portas. Em relação às especificações mecânicas, as versões de entrada têm motor 1.5 turbo de quatro cilindros com 194 cv de potência e 26,5 kgfm de torque, que está disponível com as opções de câmbio automático CVT e manual de seis marchas. A novidade também será oferecida com motor 2.0 turbo de 255 cv e 37,74 kgfm, que poderá contar com câmbio manual de seis velocidades, além de uma inédita caixa automática de dez velocidades. O fabricante também apresentou uma configuração híbrida, que, além do propulsor 2.0 a gasolina, conta com dois motores elétricos. Fonte: www.revistaautoesporte.globo.com
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17/07/2017
Líder aqui, Honda HR-V é o 13º SUV mais vendido no mundo
Honda comemora o primeiro local nas vendas mundiais com o CR-V, seguido pelo Toyota RAV4 Enquanto o Honda HR-V disputa a liderança do segmento com o Jeep Renegade aqui no Brasil, os dois modelos não aparecem nem no top 10 dos SUVs mais vendidos no mundo. O HR-V ocupa o 13º lugar, enquanto o Renegade é o 20º colocado. Mas isso não significa que a Honda não tenha motivos para sorrir. O líder global é o CR-V, seguido por outro modelo de origem japonesa, o Toyota RAV4.  Na sequência aparecem outros SUVs vendidos no Brasil, que são o Volkswagen Tiguan - a nova geração deve chegar ainda este ano por aqui - e o Hyundai Tucson - vendido no país como New Tucson para diferenciá-lo das antigas gerações chamadas de Tucson e ix35. O quinto lugar cabe ao Nissan Qashqai, que segundo a fabricante tem chances de ser vendido no mercado brasileiro. O presidente da Nissan do Brasil, Marco Silva, disse recentemente ao iCarros que a marca estuda trazer novos SUVs como X-Trail, Qashqai e Murano, além do maior Pathfinder. Os dados são da consultoria Focus2Move e consideram os meses de janeiro a maio de 2017. Veja os 20 SUVs mais vendidos no mundo em 2017: 1. Honda CR-V - 334.269 unidades 2. Toyota RAV4 - 308.354 unidades 3. Volkswagen Tiguan - 277.706 unidades 4. Hyundai Tucson - 223.321 unidades 5. Nissan Qashqai - 210.502 unidades 6. Haval H6 - 191.672 unidades 7. Nissan Rogue - 180. 494 unidades 8. Kia Sportage - 174.012 unidades 9. Mazda CX-5 - 160. 246 unidades 10. Nissan X-Trail - 158.799 unidades 11. Ford Escape - 157.416 unidades 12. GAC Trumphi GS4 - 149.388 unidades 13. Honda HR-V - 138.782 unidades 14. Toyota Highlander - 137.699 unidades 15. Ford Explorer - 135.302 unidades 16. Chevrolet Equinox - 131.209 unidades 17. Jeep Grand Cherokee - 127.610 unidades 18. Jeep Cherokee - 127.523 unidades 19. Buick Envision - 123.397 unidades 20. Jeep Renegade - 121.436 unidades Fonte: www.icarros.com.br  
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15/07/2017
Honda Fit com decoração manga
Numa parceria entre a Honda e a revista Weekly Shonen Jump a companhia de carros nipónicas exibiu um Honda Fit decorado com alguns dos personagens que já passaram pela revista.   No Japão estes carros são apelidados de itasha, um termo que foi criado por fãs e combina dois termos diferentes, “ita” é o diminutivo de Itália (carros italianos) e “sha” que significa em japonês “veiculo” ou “carro”. No entanto o termo sofreu deturpações e hoje em dia em vez de se utilizar o caracter “ita” utiliza-se o “itai” que significa “aleijar”; em outras palavras carros tão giros que dói só de olhar para eles. Fonte: www.otakupt.com
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13/07/2017
HONDA FIT 2018 CHEGA EM SETEMBRO AO BRASIL
Apresentado recentemente lá fora, novo Honda Fit 2018 recebeu leves retoques na parte estética e melhorias no acabamento interno Revelado em maio no mercado japonês, o novo Honda Fit 2018 já ensaia sua chegada ao Brasil. Segundo uma publicação do site Autos Segredos, a nova linha do monovolume começará a ser produzida por aqui no mês de agosto e, em setembro, fará sua estreia na rede de concessionárias. A exemplo do modelo asiático, o novo Fit brasileiro terá retoques no visual e melhorias no acabamento. No design, as mudanças do Honda Fit 2018 se resumem a uma nova grade frontal; com novo layout e um friso cromado na parte superior; faróis com nova disposição de luzes e iluminação diurna em LED e para-choque com entradas de ar mais amplas e novo suporte para os faróis de neblina. A lista inclui ainda para-choque traseiro redesenhado; spoiler com novo formato e novas lanternas traseiras em LED. Já o interior, pelo menos no modelo japonês, apresenta um novo sistema multimídia com tela sensível ao toque de sete polegadas e novas opções de revestimento para os bancos. Há também novos equipamentos de segurança, como controle de cruzeiro adaptativo; frenagem automática de emergência; assistente de permanência de faixa; reconhecimento de placas de trânsito; identificação de pedestres, entre outros.   Porém, quanto aos equipamentos, o Fit 2018 brasileiro deverá adotar somente uma nova central multimídia; provavelmente com recursos como Android Auto e Apple CarPlay. Quanto ao motor, o monovolume japonês segue equipado com o 1.5 litro flex, que consegue gerar 115 cavalos com gasolina e 116 cv com etanol, a 6.000 rpm; e torque de 15,2 e 15,3 kgfm, respectivamente, a 4.800 rpm. Este propulsor trabalha juntamente com uma transmissão manual de cinco velocidades ou automática do tipo CVT.   Os preços da nova linha do Honda deverão seguir a gama atual, que custa de R$ 57,7 mil a R$ 78,9 mil. Fonte: www.blogauto.com.br
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09/07/2017
Honda City é reestilizado com itens indisponíveis no Brasil
Sedã ganha nova grade frontal igual à do Civic, além de mais equipamentos e central multimídia mais mode A Honda revelou recentemente uma reestilização para o Fit nos nos Estados Unidos, que traz equipamentos inexsitentes no modelo à venda por aqui. E a notícia se repete, mas dessa vez com o City. O sedã atualizado é destinado ao mercado japonês, onde recebe o nome de Grace. As vendas por lá começarão agora em julho. A grade segue com uma linha em destaque, mas redesenhada e agora mais parecida com a do irmão maior Civic. Além disso, mudam os para-choques e a disposição das luzes nas lanternas traseiras. Já o interior exibe novo quadro de instrumentos e a tão desejada central multimídia com função de espelhamento de smartphones.   E tal qual aconteceu no Fit norte-americano, o sedã recebeu mais equipamentos de segurança como piloto automático adaptativo, frenagem de emergência, assistente de permanência em faixa e reconhecimento de placas de trânsito. No Japão, a motorização pode ser 1.5 a gasolina de 132 cv com injeção direta de combustível e transmissão CVT ou híbrida com um 1.5 de 110 cv atuando em conjunto com outro motor elétrico de 30 cv (com potência combinada de 137 cv) e câmbio automático de dupla embreagem e sete marchas. E no Brasil?   Ainda não há informações sobre a chegada da reestilização ao Brasil. Contudo, em geral, a Honda demora a trazer as atualizações para cá. Como exemplo, a quinta geração do CR-V que foi lançada nos EUA em outubro de 2016 está anunciada para chegar aqui apenas no início de 2018.   O City mudou de geração no país em 2014, última vez em que recebeu mudanças visuais. Depois disso, em 2016, ele ganhou apenas uma nova versão de entrada com câmbio CVT. Fonte: http://www.icarros.com.br/
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21/06/2017
HONDA CIVIC TYPE R VAI GANHAR VERSÃO MAIS POTENTE
Motor 2.0 turbo de 310 cv ficará mais forte e uma configuração mais confortável também está nos planos O novo Honda Civic Type R parece que não ficará muito tempo como o mais forte da nova geração do modelo. Segundo o site Automotive News, o fabricante japonês planeja uma versão mais forte do esportivo. Olha que ele já conta com um 2.0 turbo de 310 cv. Os planos foram antecipados por um alto engenheiro da marca. "Nos esperamos manter um volume de vendas mais estável ao introduzir gradualmente mais variantes", afirmou Hideki Matsumoto, engenheiro chefe da gama Civic.  Há duas variantes já planejadas. Uma delas conseguirá extrair mais potência e torque do atual quatro cilindros. A questão é se ela terá transmissão integral, vale lembrar que o Type R original aposta na tração dianteira e diferencial autoblocante para despejar sua força equilibradamente. Outra seguirá o caminho contrário e pode ter uns cavalos a menos. Será uma edição menos hardcore, mais recheada de equipamentos e menos focada em tirar tempo no circuito de Nürburgring, onde o hot hatch japonês é o atual recordista entre os carros de tração dianteira da sua classe. Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/
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