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17/07/2017
Líder aqui, Honda HR-V é o 13º SUV mais vendido no mundo
Honda comemora o primeiro local nas vendas mundiais com o CR-V, seguido pelo Toyota RAV4 Enquanto o Honda HR-V disputa a liderança do segmento com o Jeep Renegade aqui no Brasil, os dois modelos não aparecem nem no top 10 dos SUVs mais vendidos no mundo. O HR-V ocupa o 13º lugar, enquanto o Renegade é o 20º colocado. Mas isso não significa que a Honda não tenha motivos para sorrir. O líder global é o CR-V, seguido por outro modelo de origem japonesa, o Toyota RAV4.  Na sequência aparecem outros SUVs vendidos no Brasil, que são o Volkswagen Tiguan - a nova geração deve chegar ainda este ano por aqui - e o Hyundai Tucson - vendido no país como New Tucson para diferenciá-lo das antigas gerações chamadas de Tucson e ix35. O quinto lugar cabe ao Nissan Qashqai, que segundo a fabricante tem chances de ser vendido no mercado brasileiro. O presidente da Nissan do Brasil, Marco Silva, disse recentemente ao iCarros que a marca estuda trazer novos SUVs como X-Trail, Qashqai e Murano, além do maior Pathfinder. Os dados são da consultoria Focus2Move e consideram os meses de janeiro a maio de 2017. Veja os 20 SUVs mais vendidos no mundo em 2017: 1. Honda CR-V - 334.269 unidades 2. Toyota RAV4 - 308.354 unidades 3. Volkswagen Tiguan - 277.706 unidades 4. Hyundai Tucson - 223.321 unidades 5. Nissan Qashqai - 210.502 unidades 6. Haval H6 - 191.672 unidades 7. Nissan Rogue - 180. 494 unidades 8. Kia Sportage - 174.012 unidades 9. Mazda CX-5 - 160. 246 unidades 10. Nissan X-Trail - 158.799 unidades 11. Ford Escape - 157.416 unidades 12. GAC Trumphi GS4 - 149.388 unidades 13. Honda HR-V - 138.782 unidades 14. Toyota Highlander - 137.699 unidades 15. Ford Explorer - 135.302 unidades 16. Chevrolet Equinox - 131.209 unidades 17. Jeep Grand Cherokee - 127.610 unidades 18. Jeep Cherokee - 127.523 unidades 19. Buick Envision - 123.397 unidades 20. Jeep Renegade - 121.436 unidades Fonte: www.icarros.com.br  
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15/07/2017
Honda Fit com decoração manga
Numa parceria entre a Honda e a revista Weekly Shonen Jump a companhia de carros nipónicas exibiu um Honda Fit decorado com alguns dos personagens que já passaram pela revista.   No Japão estes carros são apelidados de itasha, um termo que foi criado por fãs e combina dois termos diferentes, “ita” é o diminutivo de Itália (carros italianos) e “sha” que significa em japonês “veiculo” ou “carro”. No entanto o termo sofreu deturpações e hoje em dia em vez de se utilizar o caracter “ita” utiliza-se o “itai” que significa “aleijar”; em outras palavras carros tão giros que dói só de olhar para eles. Fonte: www.otakupt.com
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13/07/2017
HONDA FIT 2018 CHEGA EM SETEMBRO AO BRASIL
Apresentado recentemente lá fora, novo Honda Fit 2018 recebeu leves retoques na parte estética e melhorias no acabamento interno Revelado em maio no mercado japonês, o novo Honda Fit 2018 já ensaia sua chegada ao Brasil. Segundo uma publicação do site Autos Segredos, a nova linha do monovolume começará a ser produzida por aqui no mês de agosto e, em setembro, fará sua estreia na rede de concessionárias. A exemplo do modelo asiático, o novo Fit brasileiro terá retoques no visual e melhorias no acabamento. No design, as mudanças do Honda Fit 2018 se resumem a uma nova grade frontal; com novo layout e um friso cromado na parte superior; faróis com nova disposição de luzes e iluminação diurna em LED e para-choque com entradas de ar mais amplas e novo suporte para os faróis de neblina. A lista inclui ainda para-choque traseiro redesenhado; spoiler com novo formato e novas lanternas traseiras em LED. Já o interior, pelo menos no modelo japonês, apresenta um novo sistema multimídia com tela sensível ao toque de sete polegadas e novas opções de revestimento para os bancos. Há também novos equipamentos de segurança, como controle de cruzeiro adaptativo; frenagem automática de emergência; assistente de permanência de faixa; reconhecimento de placas de trânsito; identificação de pedestres, entre outros.   Porém, quanto aos equipamentos, o Fit 2018 brasileiro deverá adotar somente uma nova central multimídia; provavelmente com recursos como Android Auto e Apple CarPlay. Quanto ao motor, o monovolume japonês segue equipado com o 1.5 litro flex, que consegue gerar 115 cavalos com gasolina e 116 cv com etanol, a 6.000 rpm; e torque de 15,2 e 15,3 kgfm, respectivamente, a 4.800 rpm. Este propulsor trabalha juntamente com uma transmissão manual de cinco velocidades ou automática do tipo CVT.   Os preços da nova linha do Honda deverão seguir a gama atual, que custa de R$ 57,7 mil a R$ 78,9 mil. Fonte: www.blogauto.com.br
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09/07/2017
Honda City é reestilizado com itens indisponíveis no Brasil
Sedã ganha nova grade frontal igual à do Civic, além de mais equipamentos e central multimídia mais mode A Honda revelou recentemente uma reestilização para o Fit nos nos Estados Unidos, que traz equipamentos inexsitentes no modelo à venda por aqui. E a notícia se repete, mas dessa vez com o City. O sedã atualizado é destinado ao mercado japonês, onde recebe o nome de Grace. As vendas por lá começarão agora em julho. A grade segue com uma linha em destaque, mas redesenhada e agora mais parecida com a do irmão maior Civic. Além disso, mudam os para-choques e a disposição das luzes nas lanternas traseiras. Já o interior exibe novo quadro de instrumentos e a tão desejada central multimídia com função de espelhamento de smartphones.   E tal qual aconteceu no Fit norte-americano, o sedã recebeu mais equipamentos de segurança como piloto automático adaptativo, frenagem de emergência, assistente de permanência em faixa e reconhecimento de placas de trânsito. No Japão, a motorização pode ser 1.5 a gasolina de 132 cv com injeção direta de combustível e transmissão CVT ou híbrida com um 1.5 de 110 cv atuando em conjunto com outro motor elétrico de 30 cv (com potência combinada de 137 cv) e câmbio automático de dupla embreagem e sete marchas. E no Brasil?   Ainda não há informações sobre a chegada da reestilização ao Brasil. Contudo, em geral, a Honda demora a trazer as atualizações para cá. Como exemplo, a quinta geração do CR-V que foi lançada nos EUA em outubro de 2016 está anunciada para chegar aqui apenas no início de 2018.   O City mudou de geração no país em 2014, última vez em que recebeu mudanças visuais. Depois disso, em 2016, ele ganhou apenas uma nova versão de entrada com câmbio CVT. Fonte: http://www.icarros.com.br/
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21/06/2017
HONDA CIVIC TYPE R VAI GANHAR VERSÃO MAIS POTENTE
Motor 2.0 turbo de 310 cv ficará mais forte e uma configuração mais confortável também está nos planos O novo Honda Civic Type R parece que não ficará muito tempo como o mais forte da nova geração do modelo. Segundo o site Automotive News, o fabricante japonês planeja uma versão mais forte do esportivo. Olha que ele já conta com um 2.0 turbo de 310 cv. Os planos foram antecipados por um alto engenheiro da marca. "Nos esperamos manter um volume de vendas mais estável ao introduzir gradualmente mais variantes", afirmou Hideki Matsumoto, engenheiro chefe da gama Civic.  Há duas variantes já planejadas. Uma delas conseguirá extrair mais potência e torque do atual quatro cilindros. A questão é se ela terá transmissão integral, vale lembrar que o Type R original aposta na tração dianteira e diferencial autoblocante para despejar sua força equilibradamente. Outra seguirá o caminho contrário e pode ter uns cavalos a menos. Será uma edição menos hardcore, mais recheada de equipamentos e menos focada em tirar tempo no circuito de Nürburgring, onde o hot hatch japonês é o atual recordista entre os carros de tração dianteira da sua classe. Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/
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20/06/2017
HONDA DIVULGA PRIMEIRA IMAGEM DA NOVA GERAÇÃO DO ACCORD
Com três novas opções de motor, visual ficou semelhante ao Civic atual A Honda revelou na última segunda-feira (19) um primeiro esboço mostrando como será o visual da nova geração do Accord (confira o teste). A foto já indica um novo design semelhante ao Civic atual. Com estreia global marcada para o dia 14 de julho, o sedã médio ja passa pela décima reestilização. O modelo se manteve líder de vendas na categoria nos Estados Unidos entre 2013 e 2016. No início deste mês, a Honda divulgou uma prévia sobre a motorização do novo Accord. Segundo a marca, serão três opções mais eficientes, incluindo dois novos motores turbo a injeção direta e o novo sistema híbrido da Honda. O conjunto mecânico pode ser combinado com transmissão automática de 10 velocidades, câmbio CVT ou manual de seis marchas. Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/
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16/06/2017
Honda Fit ganha itens de segurança inéditos nos EUA
Marca japonesa também lança a versão Sport do hatch Depois de apresentar as modificações de estilo realizadas no Fit, a Honda repaginou o design do modelo nos Estados Unidos. Juntamente com a mudança no visual, que deve ser replicada no Brasil ainda em 2017, a marca japonesa lançou uma nova versão chamada Sport, posicionada entre as configurações LX e EX, e adicionou vários itens de segurança ao carro.   As alterações estéticas são mais sutis do que as promovidas pela Honda japonesa. A nova grade dianteira combina acabamento preto com cromado em duas barras horizontais, acompanhadas de um logotipo maior e os faróis têm novo layout. O para-choque frontal também foi redesenhado e ganhou novos faróis de neblina e spoiler maior. Na traseira, o Fit traz novas lanternas e para-choque. Suas rodas são de liga leve, aro 16 e tingidas de preto. Duas novas cores em tons vibrantes (Amarelo Helios Pearl e Laranja Fury) completam a gama.   EQUIPAMENTOS  Entre os equipamentos, há o novo sistema Honda Sensing, disponível como item de série no modelo top de linha Fit EX e opcional nos modelos LX e Sport. Ele inclui recursos como sistema de frenagem de emergência, aviso de mudança de faixa involuntária, controle de cruzeiro adaptativo, entre outros. Com isso, o Honda Fit é o carro mais em conta dos EUA com tais itens de segurança.   É difícil, porém, imaginar que tais equipamentos cheguem aqui no Brasil: enquanto o Fit americano traz controles de estabilidade e tração de série em todas as versões, no brasileiro eles não são oferecidos nem como opcionais. Outra diferença está na motorização: por lá, o motor 1.5 de quatro cilindros tem injeção direta de combustível, rendendo 132 cv e 16,8 mkgf de torque máximo, contra 116 cv e 15,3 mkgf do modelo nacional. Os preços do carro para o mercado norte-americano ainda não foram divulgados. Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/
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12/06/2017
Honda City: G1 avalia central multimídia
Acesso à internet é atrativo, mas faltam recursos para o equipamento da Honda. A central presente na versão mais cara do City é baseada nos equipamento de CR-V e HR-V, só que com menos recursos. Não há entrada HDMI que espelha fotos e vídeos do celular. Por outro lado, a funcionalidade mais interessante é o acesso à internet. O sinal é captado a partir do smartphone do usuário, que acaba sendo usado como roteador. A navegação é feita por meio de um navegador próprio da central, como em um tablet. Modelos entre R$ 50 mil e R$ 100 mil em que é a central oferecida: City, Fit, WR-V. Tem que pagar a mais para ter? Sim, a central só está disponível nas versões topo de linha dos modelos, EXL. Principais recursos: Tela colorida e sensível ao toque, conexão com a internet, navegação por GPS. Outro destaque é a tela capacitiva, que responde ao contato de mais de um dedo de uma vez, como em celulares. Fonte: http://g1.globo.com/  
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12/06/2017
HONDA FIT REESTILIZADO É REVELADO PARA O MERCADO NORTE-AMERICANO
Modelo chega às lojas dos Estados Unidos em julho e antecipa atualizações que devem chegar ao modelo brasileiro Olha o Honda Fit reestilizado aí! A terceira geração do modelo acaba de ganhar sua primeira atualização nos Estados Unidos, onde chegará às lojas já no mês que vem. O facelift do Fit brasileiro também está no cronograma da Honda e deverá ocorrer até o final deste ano. Enquanto a novidade não chega por aqui, o modelo norte-americano nos dá uma ideia de como o monovolume nacional poderá ficar. Por fora, o carro não mudou muito: a grade ganhou acabamento em black piano e dois filetes cromados, que rementem ao Civic, enquanto os para-choques e faróis de neblina foram resenhados. Com as alterações, a Honda afirma que tentou dar um tempero mais esportivo ao monovolume, elogiado pelo excelente espaço interno e pelo conforto de rodagem. Para atrair os jovens, o Fit 2018 ganhou opções de cores vibrantes, como amarelo e laranja, além de uma nova versão intermediária chamada Sport. Ela tem alguns elementos de design diferentes, como um pequeno spoiler traseiro e rodas de liga leve de 16 polegadas com acabamento em preto. A Honda não anunciou nenhuma mudança no conjunto mecânico do Fit, que nos Estados Unidos usa um motor 1.5 de 132 cv, que pode vir associado a um câmbio manual de seis marchas ou CVT. Em relação aos itens de série, o destaque fica por conta de um pacote de sistemas de segurança chamado Honda Sensing, que inclui controle de velocidade adaptativo (ACC), assistente de manutenção de faixa e uma série de outros sistemas de assistência ao motorista, que incrementam o nível de segurança do modelo. No Brasil, no entanto, a adoção dos controles de tração e estabilidade já seria muito bem-vinda. Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/
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06/06/2017
'Sem turma', Honda WR-V encara carros maiores e menores
Modelo é classificado como SUV, mas carrega inspiração visual, interior e conjunto mecânico de um monovolume. Fosse o Honda WR-V um estudante, qual seria a sua turma na escola? Teria amigos maiores e mais velhos ou faria amizade com outros alunos menores? A pergunta se aplica ao veículo, que não possui uma classificação muito clara quanto ao segmento que pertence. A "mãe" o trata como irmão caçula de HR-V e CR-V, mas ele herda plataforma, desenho lateral, conjunto mecânico e interior do Fit, um monovolume. Por outro lado, possui suspensões do HR-V, um crossover, e ângulos de ataque e saída ligeiramente melhores (na comparação com o Fit) e altura para o solo elevada, além de uma série de penduricalhos que conferem estilo aventureiro. Em tese, o WR-V tem em seu DNA caractertísticas mais fortes de monovolume, mas é classificado (pela Honda, pela Fenabrave e pelo mercado) como um SUV. O G1 comparou o Honda com outros 3 modelos que possuem algum ponto de contato com o WR-V, e mostra as semelhanças e diferenças entre eles. Antes que a caixa de comentários seja tomada de xingamentos, vale esclarecer que o Chevrolet não é um rival do WR-V. O caso é que o Onix Activ é semelhante ao WR-V em sua concepção. Ambos nasceram tendo como base um modelo de categoria inferior. No caso do Chevrolet, ele nada mais é do que um Onix convencional com carroceria elevada em 3 cm e para-choques com ângulos de ataque e saída levemente melhorados. Mas isso não quer dizer que ele seja preparado para encarar trilhas off-road – mesma situação do WR-V. Curiosamente, Onix Activ e WR-V ficam próximos nas medidas. Enquanto o Honda possui 4 metros de comprimento e 2,56 m de entre-eixos, o Chevrolet é 4 cm mais curto e oferece 3 cm a menos no entre-eixos. Este é o concorrente que tem a proposta mais parecida com o WR-V. Apesar de a ficha técnica do Citroën apontar 4,30 m de comprimento, desconsidere o estepe na traseira que o número cai para os reais 4,10 m – apenas 10 cm a mais do que o Honda. Os dois apostam na versatilidade. Enquanto o Aircross tem um bom porta-malas de 403 litros, o WR-V tem o sistema de bancos rebatível do Fit, que elevar o encosto dos bancos traseiros, formando uma grande área para cargas. Fora isso, ambos possuem um “corpinho” que lembra um monovolume, mas repleto de penduricalhos que sugerem vocação offroad – apliques plásticos e rack de teto estão entre os recursos mais comuns. A dupla também conta com motores relativamente compactos. O Honda vai de 1.5 de 116 cavalos. Já o Citroën tem um 1.6 com 2 cv a mais. Na transmissão, há diferenças – o Aircross que concorre diretamente com o WR-V tem câmbio automático de 6 marchas, contra um CVT do rival. Este confronto provavelmente é o mais forte entre os carros aqui listados. Isso porque eles dividem uma mesma faixa de preços – entre R$ 80 mil e R$ 85 mil e devem brigar pelos mesmos clientes. Até nas vendas os dois ficam próximos. O Kicks é um pouco maior – são praticamente 30 cm a mais no comprimento (4,29 m contra 4,00 m) e 5 cm a mais no entre-eixos (2,61 m contra 2,56 m). O Nissan também leva vantagem no porta-malas, com capacidade para 432 litros – no WR-V são 363 litros. A motorização, assim como no Aircross, é parecida. O 1.6 do Kicks desenvolve 114 cv, enquanto o 1.5 do WR-V rende 116 cv. Porém, mesmo sendo bem maior, o Kicks tem praticamente o mesmo peso: 1.142 kg do Nissan contra 1.130 kg do rival. Isso garante desempenho mais convincente. O câmbio CVT da Nissan também confere melhor sensação ao dirigir do que o câmbio de mesma concepção do Honda. Fora isso, o acabamento do Kicks é melhor, assim como a lista de equipamentos. Fonte: http://g1.globo.com/
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