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28/11/2018
Honda lança novo SUV grande Passport, maior que o CR-V
Surfando no frenesi global dos SUVs, a Honda trouxe de volta ao mercado norte-americano um icônico nome: Passport. O novo utilitário esportivo da marca nada mais é que a versão encurtada e de cinco lugares do Pilot e chega para preencher a lacuna entre o irmão maior e o best-seller CR-V. Ao menos até o momento, não há planos da Honda para comercializar o modelo no Brasil. Criado para enfrentar SUVs grandes como Ford Edge e Chevrolet Blazer, o novo Honda Passport traz a mesma dianteira do Pilot e da picape Ridgeline, porém com grade frontal exclusiva e mais esportiva. A traseira tem lanternas pequenas que não invadem a tampa do porta-malas e são conectadas por uma barra preta (ou cromada, dependendo da versão) - o resultado lembra o de modelos da Subaru, como o Forester. Por dentro, o novo SUV da Honda traz o visual dos irmãos Pilot e Hidgeline, além de farto espaço para cinco pessoas. O painel de instrumentos é parcialmente digital com tela de 7 polegadas que exibe um gráfico de onde a força da tração nas quatro rodas está sendo enviada. Outro destaque é a transmissão acionada por botões, como no novo Accord vendido nos EUA. Ar-condicionado digital de três zonas é item de série nas versões mais caras. Para o mercado estadunidense, o Honda Passport terá apenas uma opção de motor: o V6 3.5 de 283 cv e 36,3 kgfm de torque. A transmissão é automática de nove marchas para todas as versões, enquanto a tração nas quatro rodas com vetorização de torque é opcional. Ele ainda conta com sistemas de modo de condução para terra, neve, asfalto e lama. Fonte: iCarros
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19/10/2018
Honda WR-V ganha equipamentos na linha 2019
Sem mudanças no visual e na mecânica, o Honda WR-V estreia na linha 2019 trazendo novidades na lista de equipamentos de série. Os SUV compacto sai por R$ 82.100 (EX) e R$ 86.200 (EXL). A versão EX passa a ser equipada com ar-condicionado digital e um novo sistema multimídia com tela de 7″ e compatível com Android Auto e Apple CarPlay. Outras novidades da configuração são a adoção de um descansa-braço central com porta-objetos e o sistema de “um toque” para a abertura e fechamento dos vidros. Já a topo de linha EXL agora sai de fábrica com bancos de couro com costuras na cor laranja e retrovisores com rebatimento elétrico. O Honda WR-V está equipado com um motor 1.5 de 115/116 cv (gasolina/etanol) e um câmbio automático CVT. Fonte: Motor Show    
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03/10/2018
Honda Fit e City são chamados para recall por falha em airbag
Os Honda Fit e City são chamados para recall para substituição preventiva do insuflador do airbag do passageiro. Ao todo a convocação envolve 66.915 veículos. O agendamento já pode ser feito e os reparos começam no dia 8 de outubro. Chassis Confira na imagem anexo a relação dos chassis das unidades envolvidas. Riscos Segundo a marca, em caso de colisão frontal que demande o acionamento do sistema de airbag, poderá haver o rompimento da estrutura do insuflador e, eventualmente, ocasionar a projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo. Nessas situações, há riscos de danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros. Informações Para mais informações os clientes devem ligar para a Central de Atendimento: 0800-701-3432 (segunda a sexta-feira, das 08h às 20h e sábado, das 09h às 14h – horário de Brasília) ou ainda pelo site www.honda.com.br/recall.
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27/09/2018
Honda registra no Brasil variante do City maior que o Civic
Honda Crider é um modelo exclusivo para o mercado chinês e tem poucas chances de ser vendido aqui Diversas montadoras brasileiras vêm fazendo registros de patente de carros no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). E a Honda foi mais uma a registar um modelo seu, mais precisamente o sedã chinês Crider, que é um City alongado e reestilizado que é alguns centímetros maior que o sedã médio Civic. Destaque para o fato de que o modelo registrado é da reestilização ainda não lançada na China.  Desenvolvido com foco no público da chinês, dificilmente o Honda Crider será vendido aqui, apesar do registro feito em solo nacional. Ele tem como base o sedã compacto City, porém tem seu entre-eixos alongado e recebe mudanças substanciais na dianteira e traseira. Com 4,75 m de comprimento, o Crider é maior que o Civic (4,64 m) e, consequentemente, que o City (4,40 m). Com foco no espaço farto na segunda fileira de bancos, (algo que é bastante demandado pelos chineses), o Crider traz até mesmo um console central retrátil que divide os assentos traseiros como em modelos de alto luxo. Apesar de ser derivado do City, o Crider tem visual mais elegante, com faróis full-LED, grade frontal extensa acompanhada de um grosso friso cromado na parte superior, além de lanternas traseiras de LED. O motor também é diferente do usado no City no Brasil: o Honda Crider usa um 1.0 três cilindros turbo de 122 cv e 17,6 kgfm de torque, enquanto o sedã vendido no Brasil é equipado com um motor 1.5 quatro cilindros aspirado com 116 cv e 15,6 kgfm de torque. Em ambos, a transmissão usada é CVT.   Fonte: iCarros
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13/08/2018
Honda Civic passa por mudanças estéticas... nos EUA
Sedã vendido no Brasil não deverá sofrer alterações no design neste ano, segundo a montadora. Fotos de um Honda Civic reestilizado surgiram na internet e agitaram os fãs de um dos sedãs mais tradicionais à venda no Brasil. Muito calma, porém. As mudanças (leves) só ocorrerão para modelos comercializados nos Estados Unidos, onde o veículo está chegando ao terceiro ano de vida.  A expectativa é que o carro chegue às revendas norte-americanas no último trimestre deste ano, já como linha 2019. Para o mercado brasileiro, a montadora japonesa garantiu que as mudanças do modelo não impactam na versão Si, a única importada (vem do Canadá) disponível no Brasil. Ainda de acordo com a marca, não há previsão de alterações do Civic nacional.  A tendência é que o sedã feito em Sumaré possa receber modificações somente no próximo ano. As mudanças estéticas nos EUA são muito discretas. O para-choque dianteiro passa a ser contínua. O contorno do farol de neblina teve leve alteração, recebendo uma linha cromada na parte superior. O modelo também recebeu opção de novas rodas de 18 polegadas. Não há imagens do interior do carro. Em relação a versão cupê, por enquanto, a Honda norte-americana revelou uma imagem da parte traseira. O Civic 2019 ganhou uma espécie de aplique na parte inferior central, fazendo parecer um extrator de ar. Não há informações ainda sobre mudanças no catálogo de motores (2.0 aspirado e 1.5 turbo) e câmbios (manual de seis marchas ou automático CVT). Fonte: Gauchazh  
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17/07/2018
Honda HR-V 2019 chega com versão esportiva RS - Austrália
A Honda lança na Austrália a linha 2019 do SUV HR-V com o facelift que será aplicado também ao modelo fabricado no Brasil. O modelo mantém o motor 1.8L de 156 cv e 172Nm, com tração exclusivamente às rodas dianteiras por uma transmissão continuamente-variável independente. Todos os modelos 2019 do HR-V agora contam com luzes diurnas de LED, ar-condicionado digital de zona única, rodas de liga leve de 16 polegadas. Na Oceania o HR-V passa a contar de série com sistema de frenagem autônoma de emergência em cidade (opera em velocidade de 30 km / h). Uma novidade é a inclusão da versão com decoração esportiva "RS". Essa configuração traz rodas de liga leve de 18 polegadas, grade dianteira em cromo preto, e uma grade inferior em formato colmeia. Os espelhos têm revestimento em preto, e há ainda maçanetas cromadas escuras, um kit de carroçaria preto e vidro traseiro escurecido. No interior, há assentos de couro (aquecidos na frente), um volante esportivo e pedais esportivos, juntamente com o emblemas RS badging. O Honda HR-V inclui na linha 2019 o sistema LaneWatch, que exibe a imagem de uma câmera montada no espelho na tela central quando o motorista acende em seu indicador. Independentemente do modelo, há um sistema de infotainment touchscreen de 7 polegadas com navegação por satélite embutida. O espelhamento de smartphones não é oferecido. Fonte: Car.Blog  
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13/06/2018
Honda Civic, quase 25 milhões de unidades
Este modelo está perto de atingir as 25 milhões de unidades produzidas desde que foi lançado, em 12 de julho de 1972, e corresponde neste momento a perto de 25% de todos os carros fabricados pela Honda. E é o segundo carro mais vendido da história.   As primeiras 10 milhões de unidades produzidas pela Honda Civic foram atingidas em 1995, quando cinco gerações foram lançadas e haviam decorrido 23 anos de vida deste modelo. Nas cinco gerações seguintes e 23 anos de vida, o Civic adicionou cerca de 15 milhões de unidades a mais vendidas em todo o mundo. Mais de 45 anos após o seu lançamento, o Honda Civic está em melhor forma do que nunca, com uma décima geração desenvolvida para ter sucesso nos cinco continentes e os melhores números de vendas da sua história: mais de 800 mil unidades vendidas em 2017, o que o torna quinto modelo do carro mais vendido do mundo de acordo com os dados da JATO Dynamics. O Honda Civic é um fenômeno global, sendo construído em 9 fábricas e vendido em 170 países. Desde a sua conceção no início dos anos 70 do século passado, o Civic foi definido como um "carro econômico de passageiros, que poderia se tornar uma parte central da vida das pessoas". Para conseguir isso, os engenheiros da Honda viajaram pelo mundo para entender as necessidades dos clientes. A decisão foi criar um carro compacto, ágil e leve, que fosse confiável e oferecesse o máximo valor com o mínimo de componentes mecânicos. A fórmula predominante foi descartada na época do automóvel de três volumes, com motor dianteiro longitudinal e propulsão traseira para optar no Civic um design à época compacto e moderno com motor transversal e tração dianteira e tudo desenvolvido em apenas dois anos - um recorde até hoje.   oi uma aposta de "tudo ou nada", já que a Honda colocava a possibilidade de deixar de fabricar carros caso este novo modelo falhasse. Mas o Civic estava destinado ao sucesso e foi acumulando prémios logo a partir do lançamento - era "Carro do ano" na Europa, Japão e Estados Unidos - e o reconhecimento do público desde o seu lançamento. O Honda Civic sempre foi um carro único e diferente, que não seguiu os padrões de seu segmento e inovou com novas tecnologias. Essa originalidade foi preservada e refinada em todas as suas gerações. Outra marca do Honda Civic é o respeito pelo meio ambiente. Desde a sua primeira geração, a Honda utilizou tecnologias de ponta para reduzir o consumo e emissões. Graças à construção leve e ao motor CVCC de baixo consumo, o Civic foi o primeiro carro do mundo a exceder os rígidos padrões antipoluição dos Estados Unidos em 1975 e sem a necessidade de um catalisador! Esta conquista foi o resultado do desenvolvimento de 230 patentes e anos de trabalho pelo Grupo de Pesquisa de Poluição do Ar, criado pela Honda em 1965 dentro de seu centro de pesquisa e desenvolvimento. Quase meio século depois, a Honda desfrutou de um sucesso semelhante na décima geração do Civic, um dos primeiros carros do mundo a cumprir o novo regulamento EURO 6d-TEMP, que melhorou seu consumo e emissões com a nova e mais rigorosa noma. O Honda Civic ganhou uma reputação bem merecida como um carro robusto e durável pela sua qualidade mecânica e de construção, como comprova o facto de quase 75% de todos os Civics vendidos nos Estados Unidos desde 1991 continuarem em circulação hoje em dia. Fonte: www.autonews.pt
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12/04/2018
Honda Prepara WR-V 1.5 Turbo com até 211 CV!
Marca japonesa desenvolveu o modelo para ser Pace-Car da Indy no Brasil O lançamento era do novo Civic Si e o cenário, o belíssimo Autódromo Velo Città. Em ocasiões como essa, um modelo de porte semelhante é eleito para carro-madrinha, ditando o ritmo à frente da fila. Eis que surge, com um belo ronco esportivo, um exclusivo e preparado WR-V Turbo. Isso mesmo, um WR-V Turbo! A surpresa geral tem uma justificativa. Assim como nos anos anteriores, a Honda prepara um carro para ser o Pace-Car da etapa de Fórmula Indy no Brasil. O que não rolou nesta história foi a corrida, mas isso não impediu o nascimento desta criatura. A começar pelo visual, o WR-V Turbo preparado pela Honda tem várias personalizações exclusivas. A pintura vermelha é um mero coadjuvante diante das faixas em branco e preto que percorrem a lateral. A grade dianteira ganhou pintura em tom grafite, assim como a moldura inferior do para-choque. O teto e as barras laterais receberam pintura preta. Na traseira, um aerofólio contribui na aerodinâmica. O visual mais invocado também é evidenciado pelo novo ajuste de suspensão, que deixou o carro bem mais baixo. As rodas de 17 polegadas, também com pintura na cor grafite, são calçadas com pneus 215/45 R17 ExtremeContact da Continental. Os freios também foram redimensionados, com discos maiores tanto na dianteira como na traseira. O sistema de escape foi alterado para dar mais vazão, o que, de quebra, conferiu um ronco mais grave. Mas é debaixo do capô que está a cereja do bolo. O motor utilizado foi o conhecido 1.5 16V que originalmente entrega até 116 cv de potência com etanol, que com a adição de um turbo ganhou 50 cv adicionais. Já o torque passou de 15,3 kgfm para 19,4 kgfm, gerenciado por um câmbio manual de cinco marchas que não existe no WR-V "civil" (apenas no Fit). Mas não é só isso. Segundo a Honda, esta é uma configuração amansada apenas para esta atividade de lançamento do Civic Si, pois o projeto original do WR-V como Pace Car é entregar 211 cv apenas aumentando a pressão do turbo.  Para completar, a única mudança na parte interna foram os bancos tipo concha de competição da Sparco com cinto de segurança de quatro pontos.  Em 2012, a Honda preparou o Civic Pace Car Indy 300. Na ocasião, o sedã médio recebeu turbo em seu motor original 1.8 16V de 140 cv de potência e passou a entregar generosos 270 cv. Suspensão, freios e bancos esportivos também faziam parte do pacote. Em 2014 foi a vez do Fit receber um turbocompressor no motor 1.5 i-VTEC original. Como resultado, a potência máxima foi ampliada para 221 cv a 6.200 rpm enquanto o torque passou para 26 kgfm a 6.000 rpm, abastecido com etanol. Fonte: www.motor1.uol.com.br
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12/04/2018
Novo Honda Civic Si 1.5 turbo chega ao mercado na carroceria cupê de duas portas por R$ 159.900
De Mogi Guaçu (SP) - Se você tem vontade de comprar um carro esportivo, mas a grana está curta para pagar por um modelo com potência acima dos 300cv, a Honda traz de volta ao mercado brasileiro o Civic Si, que pode ser visto como uma “opção divertida”. O cupê de duas portas é equipado com motor 1.5 turbo de 208cv, apenas dois cavalos a mais do que a geração anterior, e conta ainda com câmbio manual de seis marchas, numa configuração jamais vista em sua história. O novo Honda Civic Si chega ao mercado por R$ 159.900, mas o primeiro lote com 60 unidades já foi vendido. Se você quiser um exemplar, terá que esperar um pouco mais. Afirmar que o Honda Civic Si é um esportivo autêntico é um pouco complicado, pois vai depender muito do ponto de vista de cada um. Se considerarmos que temos no mercado modelos com potências que superam os 400cv, chamar de esportivo um cupê de 208cv pode parecer exagero. O problema é que os carros mais potentes são também bem mais caros, como é o caso do Chevrolet Camaro, de 461cv e R$ 310 mil, e o Ford Mustang, de 466cv e R$ 299.900. Existem opções um pouco mais em conta, como o BMW Série 3 M Sport, com motor de 245cv, e que custa R$ 259.950. A Honda não define ao certo quais são os concorrentes do novo Civic Si, mas afirma que o modelo “foi desenvolvido para os entusiastas do dia a dia e que chega para oferecer a mais pura experiência de pilotagem esportiva”. Em termos práticos, o Civic Si segue as linhas da 10ª geração do sedã, mas por ter carroceria cupê de duas portas e proposta esportiva, apresenta algumas diferenças. A dianteira traz uma grade pintada em preto, com largas tomadas de ar no para-choque e faróis full LED. As rodas são de liga leve de 18 polegadas, com 10 raios e acabamento em dois tons, calçadas com pneus de perfil baixo 235/40. Na traseira, os destaques são o aerofólio elevado (de gosto questionável), a barra de LED horizontal e escapamento central com formato poligonal e acabamento cromado. Por dentro, a esportividade está nos bancos dianteiros em formato de concha, com o logotipo da versão e costura vermelha, presente também nas portas, volante e na coifa do câmbio, que tem alavanca de alumínio. Para completar o visual, a iluminação do painel em TFT e dos comandos internos é vermelha, os pedais são de alumínio e o friso do painel de instrumentos tem acabamento Dry Metal Carbon. TURBO Este é o primeiro Honda Civic Si equipado com motor turbo. Trata-se de um quatro-cilindros 1.5 com injeção direta de combustível e duplo comando de válvulas variáveis no cabeçote (Dual VTC).A transmissão é manual de seis marchas, com alavanca de curso curto e engates precisos. O motor desenvolve potência máxima de 208cv a 5.700rpm e torque de 26,5kgfm a 2.100rpm, e é mantido em 70% da faixa de rotação do motor. O novo Si tem a carroceria mais leve e 25% mais rígida do que a da geração anterior. A direção é elétrica e as suspensões são McPherson na dianteira e Mult-link na traseira, com amortecedores adaptativos e um ajuste mais rígido, para favorecer a “esportividade”. A tração é dianteira, mas o modelo conta com diferencial de deslizamento limitado. Outra novidade no Civic Si são os dois modos de condução: o conforto, que deixa o carro mais manso para rodar no dia a dia, e o Sport, que pode ser acionado por meio de uma tecla localizada no console central, alterando os parâmetros das suspensões, que ficam mais rígidas, do acelerador, com respostas rápidas, e da assistência de direção, que fica mais pesada. No modo conforto, os amortecedores operam de forma mais suave, a direção fica mais leve e as respostas do acelerador não são tão diretas. NA PISTA Dirigimos o novo Civic Si no autódromo Velo Città, no interior paulista, e lá foi possível perceber que se o cupê não é um esportivo na essência, é no mínimo um carro muito divertido de dirigir. Com seus 208cv e bom arrasto aerodinâmico, o modelo é esperto nas arrancadas e retomadas de velocidade. O câmbio manual de seis marchas deixa a condução ainda mais prazerosa, com engates precisos. O motorista pode ver no painel de instrumentos informações como a pressão do turbo e o nível de aceleração. O cupê é muito agarrado ao chão e responde bem às acelerações. Com o controle de tração acionado, ele não escapa nem de frente e nem de traseira nas curvas. É só acelerar e se divertir. Mas não espere velocidade final nas alturas e nem 0 a 100km/h muito baixo. A Honda informa que nas medições internas o cupê acelerou até 100km/h em 7,7 segundos, tendo o tanque cheio e o peso de 140 quilos, que corresponde a duas pessoas. A lista de equipamentos do Civic Si inclui freio de estacionamento eletrônico, ar-condicionado digital de duas zonas, sensor de chuva, sistema multimídia com tela de sete polegadas sensível ao toque, integrada aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto, câmera de ré e sistema de áudio de 450 watts, com 10 alto-falantes. No quesito segurança, destaque para os freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem, o VSA (controle de tração e estabilidade) e o Agile Handling Assist, que ajuda a manter o carro em sua trajetória. O Civic Si já está a venda no Brasil em versão única, com quatro opções de cores: branco, preto, vermelho e azul. São três anos de garantia, sem limite de quilometragem. Fonte: www.estadodeminas.vrum.com.br
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27/03/2018
Honda lança o renovado CR-V, que chega bem modificado, mas perde competitividade pelo preço
De São Paulo - A quinta geração do Honda CR-V foi lançada primeiro nos Estados Unidos, mercado em que faz muito sucesso, no início de 2017. Agora é a vez do Brasil receber o SUV médio da marca, que foi totalmente renovado. Como o modelo não é mais fabricado no México, de onde vinha com benefícios fiscais, o mercado brasileiro passa a ser abastecido via Estados Unidos, o que reduzirá bastante sua oferta, que inicialmente será de 500 unidades em 2018. Apesar de ter conservado seu porte, o CR-V ganhou linhas novas. Os vincos do capô e as caixas de roda encorpadas deixaram o modelo musculoso, enquanto os para-choques com estilo de escultura tornaram o visual mais robusto. As dimensões estão ligeiramente maiores: 4,59m de comprimento (mais 3cm), 1,85m de largura (mais 3,5cm), 1,66m de altura (mais 1,2cm) e 2,66m de entre-eixos (mais 4cm). Completam o novo design o conjunto óptico com LEDs, rodas de 18 polegadas e muitos elementos cromados. INTERIOR O acabamento é caprichado, com couro e material imitando madeira, além de plástico de toque macio. O interior tem bom espaço para os passageiros, com direito a saídas de ar-condicionado para os passageiros do banco traseiro. Devido ao assoalho quase plano, até o passageiro central viaja com relativo conforto. O porta-malas perdeu volume e agora tem 522 litros. Ainda assim, segundo a Honda, a área total de carga está 25cm mais longa. Com o banco traseiro rebatido, o espaço de carga plano é de 1,5m. A tampa do porta- malas tem abertura elétrica, inclusive com acionamento a partir do movimento do pé sob o para-choque. O motorista encontra a posição ideal de dirigir com a coluna de direção com ajustes de altura e distância, e banco com ajustes elétricos (incluindo lombar). O banco do passageiro também conta com ajustes elétricos. Outro equipamento importante é o head up display, que projeta informações como velocidade e conta-giros em uma película que fica na linha de visão do motorista. O painel de instrumentos é digital, em tela configurável de sete polegadas. O interior também traz teto solar elétrico. MOTOR A Honda também buscou melhorar a dinâmica do CR-V. O motor agora é mesmo 1.5 turbo a gasolina usado pelo Civic, mas com uma calibração exclusiva, que melhorou sua performance. O SUV tem 190cv de potência e 24,5kgfm de torque, disponível já aos 2.000rpm, que é o bastante para impor o ritmo ao veículo, que pesa 1.607kg. O câmbio automático tipo CVT simula sete marchas, permitindo respostas bem mais rápidas. A transmissão traz modo esportivo, que faz mudanças de marchas em rotações mais elevadas, e trocas manuais por meio de aletas no volante. As mudanças de marcha são rápidas e suaves, mas, ao afundar o pé no acelerador, os giros vão nas alturas e o motor urra. A tração é integral sob demanda, aprimorando a estabilidade. A direção tem assistência elétrica com relação variável, com boa sensibilidade. Já a suspensão traseira é do tipo multilink, combinando estabilidade e conforto. Para atacar as curvas com mais disposição, o modelo conta até com sistema de vetorização de torque. MAIS CARO O CR-V passa a vir para o Brasil em versão única Touring, topo de linha, sem oferta de opcionais, que custa R$ 179.900. O pacote de segurança envolve seis airbags (frontais, laterais e de cortina), sistema anticapotamento e controles de tração e estabilidade. Para trocar de faixa com mais segurança, a imagem de uma câmera localizada no retrovisor direito é reproduzida na tela central de sete polegadas sempre que o motorista liga a seta para a direita. O sistema multimídia tem navegação nativa e espelhamento do smartphone (com Apple CarPlay ou Android Auto). O novo CR-V custa R$ 31 mil a mais que a geração anterior na versão EXL, um degrau abaixo da Touring. Sim, é caro, mas há de se levar em conta que o modelo evoluiu, ganhou conteúdo e não conta com benefícios fiscais. Se colocarmos nessa equação a cota reduzida de unidades destinadas ao Brasil e a fidelidade do cliente deste modelo, chegamos à conclusão de que a Honda não terá muita dificuldade para vender este SUV por aqui. Fonte: www.estadodeminas.vrum.com.br
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